Investimento em precatórios garante proteção contra inflação

Diretor Financeiro da Capital Rights, Raphael Regis Pereira analisa o cenário atual da economia brasileira, de inflação elevada e, em consequência,
aumento dos juros fixados pelo Banco Central (BC) para segurar a alta dos preços. O executivo ressalta que “utilizar o precatório como investimento é
uma boa opção para garantir que parte do portfólio esteja protegido contra inflação”.

Qual a sua avaliação sobre os efeitos no mercado de a inflação no país ter chegado perto de 12%, no acumulado de 12 meses, enquanto o BC
mantém a escalada de alta de juros para segurar os preços?
Raphael – O aumento da inflação tem um efeito de retração no consumo, afetando diretamente a receita das empresas e, adicionalmente,
aumentando o custo de produção. Por isso, no final do dia, as operações do mercado interno têm a sua margem deteriorada, gerando menos valor
para acionista. Ou seja, a Bolsa começa a perder força, e os investimentos perdem valor. Essa baixa no Ibovespa pode ser mitigada com alguns swaps
de troca de ações, buscando ativos que se valorizam com a alta da inflação, mas são operações complexas em que o grande ganhador dessa riqueza
é o operador financeiro, que vai cobrar um prêmio para garantir esse retorno para o investidor.

Quais são as vantagens de se investir em precatórios na Capital Rights, em termos de segurança e rentabilidade ao longo dos anos?
Raphael – Utilizar o precatório como investimento é uma boa opção para garantir que parte do seu portfólio esteja protegido contra inflação. Isso
principalmente depois da PEC dos Precatórios (aprovada no final do ano passado, que resultou em duas emendas constitucionais), pois os ativos
serão atualizados com base na taxa básica de juros do país, a Selic (estabelecida pelo BC), acumulada, garantindo assim a preservação do valor
monetário do investimento.

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